Projeto A Sala

Primeiro dia de CCXP24

a gente na CXP24 | Projeto A Sala

Notícias Primeiro dia de CCXP24 Tudo que fiz no primeiro dia de CCXP 24 (e o que são os brindes) – por Valentina Almeida Primeiro Dia de CCXP 24 Dia de feira! E na quarta-feira (04) já começamos a viver o épico em um dos meus lugares favoritos do mundo, a CCXP 24. Mas passei perrengue? Claro! Assim como todo ano. Na quarta-feira, fiquei a Spoiler Night inteira na fila para entrar na ativação de The Boys. E vale a pena? Super! Pelo menos para mim que sou muito fã da série. É um escape room super divertido, com 3 cenários super fiéis de The Boys e Gen V, e no final ganhamos um pin de Composto V que é uma gracinha! A Prime Video sempre é a maioral na questão dos estandes, com experiências super imersivas, mas também são as ativações mais demoradas e, consequentemente, as com mais filas. Já na quinta-feira (05), consegui aproveitar mais. E já vou dar a dica dos estandes mais legais:  Yellowjackets: um escape room no cenário da cabana da série, é rápido e no final você ganha uma pulseirinha (e um pin, se você der a sorte de entrar na rodada especial, respondendo correto perguntas sobre a série, que foi o que eu fiz!)    Arcane: tem 4 ativações diferentes, uma mais legal que a outra! Tem uma experiência que simula a cena do elevador da segunda temporada (cuidado com spoilers!). Uma que você pinta o cabelo de azul para se juntar ao time da Jinx, e outra que você entra no corredor semelhante à série. Tem também a minha favorita, um tiro ao alvo usando a arma da Jinx, Fishbones. Em todas você ganha um pin, cada ativação da um diferente. Tem da Jinx, Vi, Viktor e Warwick.  Fanta: um jogo cooperativo para completar frases do mundo da cultura pop, super rápido e divertido, e no final, todo mundo ganha um chapéu bucket da Fanta e um copo! Cada rodada é uma cor de bucket e os copos também são sortidos. Roku: A que mais valeu para mim! O dia inteiro eles tem uma competição de quiz, onde perguntam várias coisas sobre filmes e cultura pop, com parceria com vários streamings, tipo Mubi e Imovision. Os apresentadores são super animados e divertidos e, na minha vez, que a categoria era da Mubi, ganhamos a famigerada ecobag, que era meu sonho de consumo faz muito tempo! E dentro ainda tinha um pin da ecobag, uma fofura. Os brindes são super variados, já vi gente ganhando caneca, bucket, ecobag e muitas outras coisinhas.  Nintendo: É só se cadastrar para pegar o QR Code para resgatar sua sacochila do Mário. Também tem várias estações para você jogar e um quiz de Zelda, valendo uma camiseta belíssima.  Entre as Montanhas: A ativação do novo filme da Apple Tv+ é super rápida, e muito legal! É uma experiência imersiva de 1 minuto e meio, e no final você ganha uma super mega mini mochilinha que é minha nova paixão. E ainda fiz uma flash tattoo de graça no estande do Banco do Brasil, para agendar um horário, você precisa ter o cartão Ouro Card Visa (da pra mostrar uma foto dele). Mas chega bem cedinho porque os horários esgotam rápido! Foi um dia que rendeu, mesmo com filas longas, e conheci (de novo) um dos meus ídolos e tive uma experiência incrível, fui para o Palco Thunder ver conteúdos, e foi só o primeiro dia oficial de evento!  Amanhã chego para contar os outros estandes que vou visitar (preciso ir na ativação de Ruptura urgente!)   

Projeto A Sala na CCXP 2024

Projeto A Sala na CCXP 2024

Notícias Projeto A Sala na CCXP 2024 A cobertura do Projeto A Sala na CCXP 2024 teve um início inesquecível, com um convite especial para explorar o estande da Globo, que se prepara para celebrar seus 100 anos em 2025. Com mais de 1.000 metros quadrados, o estande conta com diversas ativações interativas que encantam o público. Um dos destaques é a impressionante esfera de LED, posicionada no palco principal, que exibe projeções das imagens icônicas da emissora. Entre as atrações, os visitantes podem se divertir em atividades como a prova do líder do Big Brother Brasil e até participar de uma gravação de novela no espaço Vale Tudo. As produções Vermelho Sangue, Arcanjo Renegado e o setor Esportes também oferecem experiências interativas, com brindes exclusivos para quem participa das dinâmicas. O Projeto A Sala aproveitou cada momento dessa experiência única e recomenda a visita ao estande para quem for à CCXP nos próximos dias.

Projeto A Sala na Horror Expo 2024

Notícias Projeto A Sala na Horror Expo 2024 O Projeto A Sala marcou presença na Horror Expo 2024, maior evento de terror da América Latina, realizado nos dias 9 e 10 de novembro no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo (SP). A feira, totalmente voltada ao universo do terror, reuniu atrações de cinema, TV, séries, games e muito mais, atraindo fãs e profissionais do gênero. Entre as personalidades que marcaram presença, o evento contou com a participação de Dacre Stoker, sobrinho bisneto de Bram Stoker, autor do clássico Drácula, e Ross Marquand, o Aaron da série The Walking Dead. Esses nomes ajudaram a elevar ainda mais o prestígio da edição de 2024. https://projetoasala.com.br/wp-content/uploads/2024/12/horror-expo-‐-Feito-com-o-Clipchamp.mp4 Para quem perdeu a experiência, o evento contou com diversas atividades e conteúdos exclusivos. Mais detalhes sobre a Horror Expo 2024 podem ser encontrados no site oficial www.horrorexpo.com.br. Quem é fã do universo do terror também pode acompanhar o quadro “Minuta do Terror”, produzido pelo Projeto A Sala, no qual, toda sexta-feira, uma recomendação de filme do gênero é compartilhada com o público. Para mais detalhes, basta seguir o Instagram do projeto: @projetoasala.

Gaza, Meu Amor (2020)

Gaza, meu amor | CríticaProjeto A Sala

Críticas “Gaza, Meu Amor”: Uma História de Amor e Esperança no Coração da Palestina Por Mari Brum Em meio ao cenário de conflito e violência que marca a Palestina, Gaza, Meu Amor surge como um sopro de leveza e afeto. Dirigido pelos irmãos Arab e Tarzan Nasser, o filme é uma crônica tocante sobre o amor e a vida cotidiana de uma população que, apesar das adversidades, segue buscando seus sonhos. A produção, que dá início à nossa série sobre O Cinema do Oriente Médio, apresenta uma história de amor delicada e divertida em Gaza, desafiando as expectativas sobre o que um romance pode ser em uma região marcada pela guerra. A trama segue Issa, um pescador que encontra, por acaso, uma antiga estátua de Apolo durante uma de suas pescarias. Ao invés de revelar o artefato, ele decide escondê-lo em sua casa. No entanto, o verdadeiro segredo de Issa é seu amor não correspondido pela costureira Siham. O que torna essa história ainda mais comovente é o fato de que seus protagonistas são pessoas mais velhas, um retrato raro de romance na terceira idade, especialmente em um contexto como o de Gaza, que muitas vezes é associado apenas à violência e ao sofrimento. Um dos maiores méritos do filme é justamente mostrar o cotidiano de pessoas comuns, que, apesar de viverem em um ambiente de constante tensão e medo, também compartilham afeições, esperanças e sonhos. Como destacou o próprio diretor Arab Nasser, Gaza, Meu Amor não busca embelezar ou distorcer a realidade de Gaza, mas sim retratá-la com honestidade, apresentando os desafios e as pequenas alegrias da vida sem pretensão de fazer um filme “mais bonito ou mais feio” do que a verdadeira situação. O filme, baseado em fatos reais, vai além de um simples romance; é uma história de resistência emocional. Em meio ao caos e à incerteza, a vida e o amor continuam a florescer, oferecendo uma mensagem de resiliência e humanidade. Gaza, Meu Amor se destaca por ser uma obra afetuosa e suave, que mostra que, apesar das dificuldades, a vida segue e, no coração da guerra, sempre há espaço para a esperança e o afeto. Ao apresentar um retrato honesto e sensível das relações humanas em Gaza, o filme é um lembrete de que, apesar da guerra, a vida persiste. Gaza, Meu Amor é uma celebração da vida e do amor, e uma prova de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, o espírito humano encontra maneiras de florescer. Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004)

Espíritos crítica projeto a sala

Críticas “Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado”: O Clássico do Terror Tailandês que Ainda Assusta 20 Anos Depois Por Natalia Rey Nos anos 2000, o filme Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado causou um verdadeiro impacto nos fãs de terror. A produção tailandesa não só aterrorizou a audiência na época, mas, duas décadas depois, continua a ser uma das obras mais perturbadoras do gênero, capaz de gerar o mesmo medo visceral em quem a assiste. A trama segue o fotógrafo Tun e sua namorada Jane, que, após um trágico acidente de carro, começam a perceber figuras misteriosas e sombrias nas fotos que ele tira. À medida que tentam desvendar o que está acontecendo, os dois se veem imersos em uma espiral de acontecimentos cada vez mais intensos e inexplicáveis, criando uma atmosfera de tensão crescente. Espíritos se destaca no vasto universo do terror asiático por não apostar em sustos fáceis. Em vez disso, o filme constrói uma tensão constante, levando o espectador a sentir um medo profundo e psicológico. A diferença está na habilidade de criar uma sensação de desconforto persistente, que não se limita a momentos isolados de pavor, mas se estende durante toda a narrativa. As cenas do filme são tão impactantes que, mesmo após tantos anos, ainda conseguem manter os nervos à flor da pele. O maior exemplo disso é o desfecho, um último take que é um verdadeiro soco no estômago. Ele se encaixa de maneira perfeita na história e deixa o espectador abalado, com uma sensação de inquietação que persiste muito depois dos créditos finais. Para quem está em busca do verdadeiro terror psicológico e da atmosfera única que só o cinema tailandês consegue criar, Espíritos: A Morte Está ao Seu Lado é uma obra obrigatória. Prepare-se para enfrentar o medo de uma forma que só o terror asiático sabe proporcionar — e, depois de assistir, será difícil garantir uma noite de sono tranquila. Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

O Planeta dos Macacos (1968)

Planeta dos Macacos - Crítica do Projeto A Sala

Críticas “Planeta dos Macacos” (1968): O Filme que Revolucionou a Ficção Científica e Desafiou a Sociedade Por Marcelo Paiva Lançado em 1968, Planeta dos Macacos não é apenas um marco na história do cinema, mas uma obra que, até hoje, continua a influenciar o gênero da ficção científica. Com uma crítica social afiada e um enredo visionário, o filme não apenas antecipou tendências do futuro cinematográfico, mas também questionou as convenções da sociedade humana de uma maneira nunca vista antes. Em um cenário onde os filmes de ficção científica se multiplicaram, Planeta dos Macacos permanece inigualável, sendo uma obra fundamental para entender a evolução do cinema e do gênero. A trama segue um grupo de astronautas que, após um longo sono espacial, caem em um planeta distante, aparentemente inóspito, mas que guarda uma surpreendente reviravolta. Centenas de anos no futuro, os humanos se tornam uma espécie primitiva, subjugada por uma sociedade de macacos altamente desenvolvidos. Os humanos, considerados inferiores e primitivos pelos macacos, são caçados e tratados como criaturas sem inteligência. Essa inversão de papéis desafia as noções de superioridade humana e coloca em xeque as estruturas sociais vigentes, provocando uma reflexão sobre o tratamento de animais e as dinâmicas de poder na sociedade. O impacto emocional e filosófico do filme é inegável. O protagonista, Taylor, vivido por Charlton Heston, enfrenta o choque de uma sociedade símia baseada em valores conservadores e opressores. A crítica à humanidade e suas falhas é cruel e implacável, especialmente nas cenas que ironizam a maneira como tratamos os animais, ridicularizando nossa pretensa superioridade sobre outras espécies. Além do enredo inovador e da reflexão social, Planeta dos Macacos é um espetáculo técnico. A maquiagem, premiada com o Oscar, é uma das maiores conquistas do filme, permitindo que o público mergulhe na realidade daquela sociedade alienígena com uma imersão total. A trilha sonora e a atuação também são impecáveis, ajudando a construir uma narrativa que, mais de 50 anos depois de sua estreia, continua relevante e poderosa. Hoje, um filme como Planeta dos Macacos é raro nos cinemas. Ele representa uma ruptura com os padrões estabelecidos, uma obra disruptiva e soberba que não apenas definiu o gênero de ficção científica, mas também desafiou as convenções sociais da época. Para os fãs de ficção científica, é uma experiência obrigatória. Para todos os outros, é um convite a refletir sobre nossa própria sociedade e os caminhos que escolhemos seguir. Se você ainda não viu Planeta dos Macacos, está na hora de corrigir essa falha. Mais do que um filme, ele é uma lição de história, filosofia e, acima de tudo, um dos maiores marcos do cinema. Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

Jogo da Rainha (2023)

Jogo da Rainha crítica Projeto A Sala

Críticas “O Jogo da Rainha”: Karim Ainouz Transforma a História de Catherine Parr em um Thriller Psicológico e Concorrente da Palma de Ouro Por Mari Brum O diretor cearense Karim Ainouz, conhecido por filmes como Motel Destino e Madame Satã, faz sua estreia em um longa 100% em inglês com O Jogo da Rainha, um thriller psicológico baseado na vida de Catherine Parr, a última esposa de Henrique VIII. O filme, que chamou a atenção por sua indicação à Palma de Ouro no Festival de Cannes, oferece uma visão única e intimista da corte inglesa, especialmente do turbulento casamento entre Catherine e o monarca. A história gira em torno de Catherine Parr, a única esposa de Henrique VIII que conseguiu escapar do exílio e da execução, uma figura histórica que, embora tenha sido central na vida do rei, é menos conhecida do grande público. Baseado no livro O Jogo da Rainha, o filme mergulha nas complexidades emocionais e políticas da relação do casal, apresentando uma perspectiva claustrofóbica e intimista da corte inglesa. O destaque da produção fica por conta da atuação de Jude Law, que interpreta Henrique VIII em seus últimos anos de vida. O personagem, já debilitado pela obesidade e problemas de saúde, é um retrato assustador da decadência do monarca, e Law surpreende com uma performance irreconhecível. Ao lado dele, Alicia Vikander assume o papel de Catherine Parr, oferecendo uma boa atuação, embora a personagem de Catherine tenha menos espaço de destaque comparado à presença de Henrique. A direção de arte e a fotografia são impecáveis, criando uma atmosfera tensa e sombria que permeia todo o filme. No entanto, o enredo, embora interessante, acaba sendo apressado, oferecendo apenas um vislumbre da figura histórica de Catherine Parr. O ritmo, no entanto, é onde o filme realmente se destaca. Karim Ainouz, com sua abordagem única, cria uma dinâmica que mantém o espectador preso às duas horas de projeção, aproveitando o contraste entre a opressiva frieza do cenário e uma sensação de tensão crescente. A cinematografia de O Jogo da Rainha se distingue pelas cores ricas e pelas imagens recortadas, com planos inquietantes dos rostos das personagens que transmitem uma sensação de urgência e confusão emocional. Mesmo ambientado em um período histórico frio e acinzentado, o filme consegue infundir calor e intensidade na narrativa, graças à direção de Ainouz. Sua capacidade de transformar um filme de época em algo visceral e intimista é impressionante, e deixa no espectador a vontade de ver mais produções históricas sob sua lente única. Embora o enredo não impressione tanto quanto sua execução visual e emocional, O Jogo da Rainha é um filme que faz jus ao talento de Karim Ainouz e à sua habilidade de transformar histórias de época em experiências cinematográficas intensas e emocionantes. Para quem procura um thriller psicológico que vai além dos limites do gênero, este filme é uma experiência imperdível. Veja também outras críticas: Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) Cidade de Deus O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

Salão de Baile (2024)

Salão de Baile crítica

Críticas “Salão de Baile”: O Documentário que Revela a Cena Ballroom Brasileira e Convida à Dança Por Luiz Ulian O documentário Salão de Baile, vencedor do prêmio de Melhor Longa-metragem do júri no Festival Mix Brasil, chega aos cinemas no dia 5 de dezembro, trazendo uma imersão única na cena Ballroom brasileira, com foco no Rio de Janeiro. O filme não é apenas uma celebração da dança, mas um convite para adentrar uma cultura vibrante e cheia de significados, especialmente para as comunidades negras e LGBTQIAPN+ em contextos vulneráveis. Embora o conceito de Ballroom tenha se tornado mais popular nos últimos anos, principalmente com produções americanas como a série Pose, Salão de Baile destaca-se por trazer uma perspectiva local e autêntica dessa cultura no Brasil. O documentário oferece uma visão completa e didática do universo do Ballroom, apresentando seu glossário e a importância vital dessa cena para a construção de identidade, pertencimento e resistência de pessoas marginalizadas. A cultura Ballroom é, no cerne, sobre acolhimento, empoderamento e, claro, muita dança. Mas também carrega consigo uma poderosa mensagem de celebração da vida, com uma dose de humor e “shade” – termos que definem uma atitude de resistência e afirmação diante das adversidades. Em Salão de Baile, o público é levado a uma experiência sensorial intensa, que não só mostra as performances artísticas, mas também a força emocional e social dessa cena. Mais do que um simples documentário, Salão de Baile se propõe a educar e sensibilizar seu público sobre as complexas dinâmicas de inclusão e resistência presentes nas comunidades de Ballroom. Através da dança, o filme ilustra como esse espaço serve de refúgio e plataforma para expressão de alegria, potência e liberdade, especialmente para aqueles que historicamente têm sido marginalizados pela sociedade. A estreia do filme nos cinemas é uma oportunidade imperdível para mergulhar em uma cultura de resistência e celebração que, embora enraizada em contextos de luta, também é uma festa de vida. Prepare-se para ficar de pé na cadeira, pois Salão de Baile é um convite irresistível para dançar do começo ao fim. Veja também outras críticas: Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

Almas Mortas (1964)

Almas Mortas

Críticas “Almas Mortas”: O Clássico Cult dos Anos 60 com Joan Crawford que Você Precisa Ver Por Marcelo Paiva Se você ainda não conhece Almas Mortas (1961), está na hora de corrigir isso. Esta joia escondida do cinema dos anos 60 traz uma performance memorável da icônica Joan Crawford no papel de Lucy Harbin, uma personagem que, uma vez vista, nunca será esquecida. O filme é um thriller psicológico perturbador que mantém o espectador preso do começo ao fim. A trama começa com uma cena chocante e ousada para a época: Lucy, uma mãe vingativa, mata seu marido e sua amante com vários machadadas, em um ato brutal de violência. Essa sequência inicial já captura a atenção do público e estabelece o tom sombrio do filme, que mistura suspense e mistério de maneira brilhante. O enredo leva o espectador a uma reviravolta intrigante quando, 20 anos após o crime, Lucy é libertada e vai morar com sua única filha, agora adulta. A grande questão que permeia a história é: Lucy está realmente pronta para reintegrar a sociedade? O filme explora a tensão entre o passado de Lucy e sua tentativa de adaptação a uma vida normal, envolvendo o público em uma trama psicológica que mantém o mistério até o último minuto. A cada cena, você se vê trocando de opinião sobre os eventos e personagens, ansioso pelo próximo movimento da trama. Embora Almas Mortas tenha sido lançado apenas três anos após o sucesso de Psicose (1960) e, por isso, alguns possam vê-lo como uma tentativa de seguir a onda do suspense psicológico, o filme se estabelece como um clássico cult ao longo do tempo. Sua narrativa envolvente e seus personagens complexos conquistaram uma base de fãs fiel, e o desfecho apoteótico garante que o público fique vidrado até o último momento. Além de sua trama intrigante, Almas Mortas ainda tem uma curiosidade que agrada aos cinéfilos: no final do filme, a mulher que segura a tocha símbolo da Columbia Pictures faz uma breve homenagem ao longa. Um detalhe que torna o filme ainda mais especial para quem conhece a história do cinema. Se você é fã de clássicos do suspense psicológico, Almas Mortas é imperdível. Uma verdadeira pérola do cinema, que merece ser descoberta por novos públicos e revisitada por aqueles que já a conhecem. Veja também outras críticas: Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.

A Bolha Assassina (1988)

Críticas “A Bolha Assassina”: O Clássico Trash que Transformou uma Criatura Alienígena em Símbolo do Terror e do Ridículo Por Natalia Rey Em 1988, A Bolha Assassina chegou aos cinemas para contar a saga de uma cidade tentando sobreviver a um inimigo alienígena que mais parecia um amontoado de gosma e terror. Com Kevin Dillon e Shawnee Smith no elenco, o filme é uma adaptação de uma produção dos anos 50, mas foi a sua abordagem exagerada e os efeitos práticos inovadores que marcaram o filme como um clássico do terror trash. A história é simples, mas absurda: uma bolha alienígena chega à Terra e começa a devorar tudo e todos que cruzam seu caminho. O que torna A Bolha Assassina um exemplo claro de filme trash não é apenas a premissa inusitada, mas a execução. A criatura, sem forma definida, cresce de maneira implacável, se tornando uma ameaça incontrolável. E, claro, seus ataques são nada menos que grotescos e inesperados, gerando cenas que são verdadeiros shows de exagero e criatividade. Os efeitos especiais, que na época eram inovadores, hoje têm um charme cômico que contribui ainda mais para o tom trash do filme. A bolha, com sua aparência grotesca, não é apenas uma ameaça sem rosto, mas praticamente um personagem em si mesma, invadindo locais improváveis e devorando suas vítimas de maneiras cada vez mais criativas. É essa combinação de um roteiro absurdo, efeitos exagerados e atuações sérias que tornam A Bolha Assassina um filme cult do gênero terror. Embora o filme tenha sido feito para ser um suspense sério, sua natureza bizarra e as escolhas visuais hilárias fizeram dele um clássico que diverte tanto pela tensão quanto pelo humor involuntário. Considerado um ícone do cinema trash, A Bolha Assassina é uma experiência cinematográfica que oferece uma mistura única de sustos, risadas e cenas grotescas que são impossíveis de esquecer. Se você ainda não assistiu, prepare-se para rir, se impressionar e, claro, ficar atento para não ser pego pela bolha também. Veja também outras críticas: Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.