Imagem feminina nos filmes de terror

Críticas Exploradas e sexualizadas: o conto da imagem feminina nos filmes de terror pt. 1 Por Sara Freitas @fabricadohorror Após o ápice do expressionismo alemão no exterior, nos Estados Unidos as histórias de terror estavam se tornando populares e lucrativas entre o público. Hollywood logo tratou de atender os desejos da população pelo lado sombrio com histórias de terror extraídas de uma variedade de fontes, de romances clássicos a reportagens de revistas e peças de teatro. As representações de gênero em filmes de terror, particularmente do sexo feminino, têm sido sujeitadas a diversos comentários. Críticos e pesquisadores do mundo cinematográfico argumentam que os filmes de terror apresentam violência gráfica detalhada, contendo situações eróticas ou sexuais que se aproximam de se tornar pornográficas, e se concentram mais em ferir ou matar personagens femininas, em oposição a não femininas. Desde o início do terror no cinema americano, as mulheres muitas vezes foram vistas como símbolos e não como personagens complexos. Normalmente, personagens femininas só existiam para o desenvolvimento do personagem principal, um homem, através de inúmeras personagens icônicas da história do cinema, como; a melhor amiga que dá conselho, um troféu para um herói e principalmente uma donzela em perigo. Na próxima semana iremos abordar com profundidade no Projeto a Sala, os subgêneros do terror, papéis femininos na história dos filmes de terror, a correlação entre a mulher e o corpo feminino como monstros, o título garota final, o título “a virgem”, papéis masculinos em filmes de terror, e por fim o terror moderno. Até lá folks ! Leia Também Orfeu Negro Orfeu Negro: Entre a Beleza do Carnaval e as Sombras… Leia mais 03/03/2025 O Palhaço O Palhaço Por Danielle Delaneli “O Palhaço”, dirigido por Selton… Leia mais 01/03/2025 Um Filme de Cinema (2017) Um filme de cinema (2017) Crianças sendo crianças… Sem spoiler… Leia mais 25/02/2025 Cinema Paradiso Cinema Paradiso: Uma Ode à Magia do Cinema e à… Leia mais 19/02/2025 Cinderela Baiana (1998) Cinderela Baiana (1998) Um clássico do cinema brasileiro? Por Ricardo… Leia mais 18/02/2025 Carregar mais O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.
Filmes para ver no fim de ano

Críticas Filmes para ver em família nesse limbo do fim de ano Por Larissa Blanco @filme.da.semana Já se recuperaram da ressaca do natal? E não me refiro só a ressaca do álcool, mas dos excessos, de comida, de socialização, de passar nervoso com todos os lugares lotados, etc. Bom, espero que estejam todos bem. Cada um passa essa época de fim de ano um jeito, mas acho que independente de onde você está, ou com quem, a vontade de ver um filme gostosinho é uma constante. Então essa semana trouxe uma lista de recomendações de filmes mais ou menos festivos, com classificação indicativa baixa, para ver em família, ou sozinho também. Agora seremos felizes (Meet me in st. Louis, 1944) O clássico com Judy Garland acompanha uma família em 1904 com a Feira Mundial de st Louis como plano de fundo. Ele é um pouco de tudo, drama de amadurecimento, drama familiar, romance, musical….e sua história pode parecer sem graça contando aqui, mas é um espetáculo em Technicolor e tem sua catarse emocional durante o natal. Um clássico que sobrevive ao tempo por focar nos laços entre seus personagens e no carisma da Judy Garland. Adoráveis mulheres (Little women) Esse aqui é um curinga, porque temos diversas adaptações do livro de Louise May Alcott. A mais recente é a minha favorita, de 2019 dirigida pela Greta Gerwig, mas também gosto muito da de 1994 da Gillian Armstrong. Independente da versão escolhida, você irá acompanhar a vida de quatro irmãs ao longo de seus anos de formação, suas alegrias e tristezas, expectativas e ambições. É outro clássico que permanece relevante mesmo depois de todos esses anos por focar nos relacionamentos dos personagens, e até mesmo nas suas imperfeições. Os rejeitados (The holdovers, 2023) Um filme um pouco mais atual, lançamento do ano passado. Os rejeitados exala nostalgia, na maneira como é filmado e na sua ambientação durante os anos 70. Um laço improvável surge entre um aluno rebelde de um internato, uma cozinheira enlutada e um professor teimoso. Ele tem uma dose certa de beleza e melancolia, ótimo pra quem quer um filme festivo mas diferente dos clichês que permeiam a data. Boas festas a todos e que 2025 seja um ano repleto de bons filmes! Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.
Os Simpsons: O Prêmio de Natal

Críticas Os Simpsons T01E01: O Prêmio de Natal Por Ricardo Rodrigues Primeiro episódio de natal de uma das famílias mais amadas da animação. COM SPOILER!! Esse é primeiro texto que escrevo sendo redator do projeto a sala! Uma honra fazer parte dessa equipe maravilhosa! Feliz natal para todos, e boas festas 2025 vem mais coisas por aí! Esse episódio foi realizado em 1989, se chama “o prêmio de natal”. Na verdade, esse episódio é bem diferente de todos da série, principalmente pela construção em si. A começar pelos traços desenhados que são um pouco rudimentares, não refinados – o homer por exemplo, tem uma feição mais bruta. Nesse episódio acompanhamos Marge e Homer ao show de fim de ano da escola de Springfield, que chegam atrasados para iniciar. Na apresentação, as crianças estão contando curiosidades do natal ao redor do mundo, tem um coral que Bart participa contando “jingle bells” errado. A apresentação demora e homer fica entediado… Um corte seco, e somos apresentados pela primeira vez na casa dos Simpsons, onde encontramos Marge escrevendo cartas para família distante ao mesmo tempo que Homer tenta organizar decorações natalinas. Lisa e Bart escrevem cartas para papai Noel, Bart quer uma tatuagem e Lisa um pônei… A família nega totalmente o pedido de Bart, o de Lisa também. Ao final do dia, Homer consegue deixar a iluminação de natal pronta, mas fica ruim (poucas luzes funcionais, e sem decoração). Flanders mostra a iluminação da casa, e deixa Homer intrigado e as crianças admiradas… No dia seguinte durante o café da manhã, Marge propõe fazer as compras de natal com as crianças e pega o jarro de dinheiro da família, que estava cheio. Bart fica admirando tatuagens e decide fazer uma em homenagem a Marge. Enquanto Marge está com Lisa, Bart aproveita e faz uma tatuagem “old school” escrito mãe. Homer ainda está trabalhando na usina nuclear e o Mrs Bruns anuncia que não haverá bônus de natal (homer fica preocupado pois tem que comprar presente para toda a família). Marge encontra Bart antes da tatuagem terminar, tira do estúdio e o leva para uma clínica de dermatologia, para remover a tatuagem. O médico avisa que dá para remover, mas será caro – Marge usa todo o dinheiro do jarro, contando que Homer receberá o bônus de natal (ela ainda não sabe que Homer não receberá). Homer chega em casa e encontra Bart com faixa no braço, Lisa conta o que ocorreu e fala também que o dinheiro inteiro foi gasto na remoção da tatuagem de Bart. Homer fica surtado, e anuncia que não haverá presente para ninguém (escondendo que não recebeu o bônus de natal, alegando que será o melhor natal da família). Detalhe: tudo isso acontece em menos de dez minutos de episódio. Homer fica aflito e Marge o questiona, mas novamente Homer tenta esconder a situação, falando que ele próprio fará as compras de natal. Ao fazer as compras, Homer compra coisas desnecessárias como meia calça, brinquedo para animais e esbarra com Flanders ao sair da loja – nesse momento ocorre uma troca de caixas, mas Homer pega todos os itens que comprou. Chateado, Homer vai até o bar do moe e decide pegar um emprego extra como papai Noel, sendo treinado inclusive em uma sala de aula para agir fielmente como papai Noel (vai trabalhar no dia 24 e 25 de natal). Homer chega tarde em casa, encontra Selma e Velma e fica nervoso, pegando o carro e dirigindo na floresta para roubar um pinheiro de natal. Um corte seco novamente, e observamos Homer trabalhando como papai Noel ao mesmo tempo que Bart e os amigos ficam no shopping (Bart não percebe que é Homer, mas durante uma “brincadeira” ele percebe que é Homer). No final do expediente, Homer recebe o pagamento de 13 dólares apenas, Barney convida Homer para apostar em corridas de cachorro, Bart afirma que essa pode ser a chance de acontecer um “milagre de natal”, incentivando o pai ma aposta. Homer contraria o conselho de Barney, e aposta todo o dinheiro em um cachorro chamado “ajudante de papai Noel”. Enquanto isso, na casa de Marge encontramos a família toda reunida (exceto Bart e Homer). Ocorre uma discussão entre Selma e Lisa, que defende o pai enquanto Selma o ofende… Homer está na corrida e percebe que perdeu a aposta quando o ajudante de papai Noel perde. Barney sai de carro acompanhado de uma mulher (deixando claro ao espectador que ele ganhou a oposta) e ainda zomba de Homer no final. O criador do ajudante de papai Noel fica furioso ao ver que o animal perdeu a corrida e o abandona na rua, que corre em direção a Homer se jogando no colo dele. Bart pergunta se pode ficar com o ajudante, Homer hesita mas acaba aceitando a proposta. Homer chega em casa, e informa que não recebeu o bônus de natal, Bart interrompe Homer mostrando o ajudante de papai Noel. A família toda fica feliz com o presente, e tira uma foto de natal. Apesar da premissa relativamente simples, esse episódio é ótimo para assistir ao natal pois nos mostra a união, esforços, empatia e mesmo quando as coisas dão errado, temos sempre uma lição para aprender. As melhores coisas acontecem quando não estamos esperando, e se estivermos com pessoas que amamos, cada momento torna-se especial. É o primeiro episódio dos Simpsons, além de ser uma ótima maneira de nós introduzir a série (que continua ao ar até hoje!) principalmente pela construção dos personagens: Lisa sempre “certinha” e inteligente, Bart ao mesmo tempo que é rebelde, também ama a sua família. Marge sempre pensa nos filhos e está ao lado de Homer mesmo quando as coisas não estão bem. Uma das famílias mais queridas da ficção, nos deseja feliz natal com esse episódio que de fato, vale a pena você assistir (está disponível no Disney+). Leia Também Orfeu Negro Orfeu Negro: Entre a Beleza do Carnaval e as Sombras… Leia mais 03/03/2025 O Palhaço
O Fascínio pelo Horror

Críticas O Fascínio pelo Horror Por Sara Freitas Uma pergunta que causa muita comoção entre os fãs do gênero Horror, que inclusive já foi direcionada a minha pessoa é; “Se você gosta de filmes de terror com cenas gráficas de pessoas sendo torturadas e assassinadas, isso quer dizer que subconscientemente você gosta dessas coisas? isso te torna um psicopata?”. Por mais que seja uma pergunta extravagante e generalista para com nós fãs, não podemos esquecer que ainda existem pessoas que acreditam piamente em políticos e na igreja. Em sua maior parte a população conservadora. Porém, existe uma explicação mais lógica e científica do porquê nos deliciamos ao assistir esses tipos de filmes, e nos desafiamos cada vez mais a assistir coisas pesadas. Desde sua origem no expressionismo alemão em 1920, com filmes como “O Gabinete do Dr. Caligari” e o famoso “Nosferatu” lançado em 1922, o gênero Horror foi criado como uma válvula de escape artística para lidar com as diversas comorbidades e problemas originados após a Primeira Guerra Mundial, uma época marcada por sentimentos de impotência, melancolia, e falta de perspectiva de vida, que durou entre 1914 e 1918. O horror como gênero cinematográfico busca provocar medo ou desgosto em seu público, entretanto, seus atributos como gênero também pode ser encontrado em outros, já que sua principal característica é provocar tensão em seus espectadores. Por favor, não confunda horror com suspense, ou thriller, já que suspense não é um gênero do cinema e sim thriller, mas isso deixamos para outro momento. Estamos falando de um gênero que explora a realidade e a surrealidade, que representa a necessidade por supressão, onde o horror mostrado em cena é interpretado com forma de expressar desejos desconfortáveis e perturbadores que precisam ser contidos. E sua definição está intimamente conectada à psicologia, assim como dizia o papai Freud, que afirmava que talvez suas namoradas serem idênticas a sua mãe não seja somente uma coincidência. Em teoria, Freud descreve que o terror vem do “Inquietante”, um surgimento de imagens e pensamentos primitivos, em adição com uma sensação de angústia, confusão e estranhamento. O famoso filósofo grego, Aristóteles, introduziu o termo “Catarse” que se refere a purificação de emoções por meio de uma descarga emocional provocada por um trauma. Muito disso no terror se dá pela punição de representações sociais, como serial killers, predadores sexuais, familiares abusivos e agressivos, ex-namorados, jovens promíscuos, pessoas que machucam animais, entre outros. O propósito dos filmes de terror, além da crítica social que a onda moderna têm nos mostrado, é realçar medos inconscientes, desejos, impulsos e arquétipos primitivos que estão enterrados fundo em nosso subconsciente coletivo. Em ambas as teorias, neste processo, liberamos emoções negativas ao assistir filmes com violência e outros tipos de cenas gráficas. Leia Também Orfeu Negro Orfeu Negro: Entre a Beleza do Carnaval e as Sombras… Leia mais 03/03/2025 O Palhaço O Palhaço Por Danielle Delaneli “O Palhaço”, dirigido por Selton… Leia mais 01/03/2025 Um Filme de Cinema (2017) Um filme de cinema (2017) Crianças sendo crianças… Sem spoiler… Leia mais 25/02/2025 Cinema Paradiso Cinema Paradiso: Uma Ode à Magia do Cinema e à… Leia mais 19/02/2025 Cinderela Baiana (1998) Cinderela Baiana (1998) Um clássico do cinema brasileiro? Por Ricardo… Leia mais 18/02/2025 Carregar mais O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.
Começando pelo fim e a confusão do fim de ano

Críticas Começando pelo fim e a confusão do fim de ano Por Larissa Blanco @filme.da.semana Dezembro é o mês mais caótico do ano. Hora de refletir sobre os últimos meses, finalizar pendências e, se possível, recarregar as energias para o ano seguinte. E cá estou eu, entrando de cabeça num projeto novo em plena véspera de natal! Deixa eu me apresentar brevemente. Sou a Larissa, auto intitulada cinéfila quando descobri que essa palavra existia, a referência de meus amigos e familiares quando precisam de alguma recomendação. Falo tanto sobre o tema que em 2020 comecei um podcast, o Filme da Semana. Apresentações feitas, voltarei a falar sobre o mês de dezembro. A temporada de premiações começou pra valer, temos o “melhores do ano” de círculos de críticas e listas de indicados a premiações prestigiadas saindo diariamente. E além dos prêmios gringos, agora também é o momento de todos soltarem suas listas de favoritos de 2024, dos grandes críticos a aquela pessoa que só viu os filmes mais básicos do ano. Não importa. E eu quero ver todas elas. Esse texto na verdade é uma ode ao top 10 do ano, à retrospectiva do seu agregador de música, ao paginômetro do aplicativo de livros. Talvez aconteça um julgamento de vez em quando? Somos humanos e complexos, então sim, vai rolar um julgamento sim. Mas tudo bem, porque do mesmo jeito que eu posso olhar estranho pra alguém que colocou um filme da Marvel no seu top 3 em pleno 2025, eu mesma provavelmente serei diagnosticada como cinéfila insuportável & arrogante por alguém. Compartilhem sim o que foi bom para vocês no ano, além de ser legal é uma boa maneira de iniciar uma conversa com seus amigos virtuais, e até mesmo flertar virtualmente. E se 99 pessoas ignorarem seu story no Instagram, eu estarei lá, dando ao menos um coraçãozinho! (Se eu te seguir ne, senão fica difícil). Feliz natal pessoal, e até semana que vem! Leia Também Orfeu Negro Orfeu Negro: Entre a Beleza do Carnaval e as Sombras… Leia mais 03/03/2025 O Palhaço O Palhaço Por Danielle Delaneli “O Palhaço”, dirigido por Selton… Leia mais 01/03/2025 Um Filme de Cinema (2017) Um filme de cinema (2017) Crianças sendo crianças… Sem spoiler… Leia mais 25/02/2025 Cinema Paradiso Cinema Paradiso: Uma Ode à Magia do Cinema e à… Leia mais 19/02/2025 Cinderela Baiana (1998) Cinderela Baiana (1998) Um clássico do cinema brasileiro? Por Ricardo… Leia mais 18/02/2025 Carregar mais O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.
Douglas Rain

Revista Digital Douglas Rain: A Voz de HAL 9000 e Seu Legado no Cinema e no Teatro Conheça a trajetória de Douglas Rain, o ator que deu vida à inesquecível voz de HAL 9000 em 2001: Uma Odisseia no Espaço, e descubra como sua carreira no teatro e sua contribuição única para o cinema continuam a reverberar, muito além de um único papel. Douglas Rain foi um nome marcado para sempre pela voz de HAL 9000 em 2001: Uma Odisseia no Espaço. Sua interpretação, com uma calma ameaçadora, tornou a inteligência artificial uma das presenças mais memoráveis do cinema. Rain conseguiu transmitir, com uma simplicidade impressionante, uma frieza que gerava tensão e complexidade, transformando HAL em um dos antagonistas mais fascinantes da história do cinema. Mas Rain não se limitou a esse papel. Com uma carreira sólida no teatro, especialmente no Festival de Stratford, ele foi um artista multifacetado, que também se destacou em papéis dramáticos, sempre buscando profundidade emocional. Após 2001, ele continuou a trabalhar, mas HAL seguiu sendo seu legado mais imediato, uma marca que nunca o deixou. Sua capacidade de infundir humanidade em uma máquina insensível se tornou um exemplo do poder de sua voz, tão icônica quanto enigmática. Seu legado vai além de HAL. Embora o mundo o reconheça principalmente por esse papel, sua influência no teatro e no cinema reflete um artista que soube explorar a complexidade dos sentimentos humanos, mesmo através da voz de uma máquina. Mesmo após sua morte, a lembrança de sua performance em 2001 ainda reverbera, mostrando que sua contribuição ao cinema e à arte vai muito além de uma única personagem. Uma curiosidade interessante sobre Rain é que ele foi escolhido para dublar HAL de última hora, substituindo outro ator que havia gravado as falas do robô inicialmente. Kubrick queria uma voz mais calma e introspectiva, e foi só quando ouviu a gravação de Rain que ele se convenceu de que havia encontrado a tonalidade perfeita para o papel. A escolha acabou se mostrando uma das mais icônicas da história do cinema, já que a voz de HAL se tornou um dos maiores símbolos da ficção científica.
Primeiro dia de CCXP24

Notícias Primeiro dia de CCXP24 Tudo que fiz no primeiro dia de CCXP 24 (e o que são os brindes) – por Valentina Almeida Primeiro Dia de CCXP 24 Dia de feira! E na quarta-feira (04) já começamos a viver o épico em um dos meus lugares favoritos do mundo, a CCXP 24. Mas passei perrengue? Claro! Assim como todo ano. Na quarta-feira, fiquei a Spoiler Night inteira na fila para entrar na ativação de The Boys. E vale a pena? Super! Pelo menos para mim que sou muito fã da série. É um escape room super divertido, com 3 cenários super fiéis de The Boys e Gen V, e no final ganhamos um pin de Composto V que é uma gracinha! A Prime Video sempre é a maioral na questão dos estandes, com experiências super imersivas, mas também são as ativações mais demoradas e, consequentemente, as com mais filas. Já na quinta-feira (05), consegui aproveitar mais. E já vou dar a dica dos estandes mais legais: Yellowjackets: um escape room no cenário da cabana da série, é rápido e no final você ganha uma pulseirinha (e um pin, se você der a sorte de entrar na rodada especial, respondendo correto perguntas sobre a série, que foi o que eu fiz!) Arcane: tem 4 ativações diferentes, uma mais legal que a outra! Tem uma experiência que simula a cena do elevador da segunda temporada (cuidado com spoilers!). Uma que você pinta o cabelo de azul para se juntar ao time da Jinx, e outra que você entra no corredor semelhante à série. Tem também a minha favorita, um tiro ao alvo usando a arma da Jinx, Fishbones. Em todas você ganha um pin, cada ativação da um diferente. Tem da Jinx, Vi, Viktor e Warwick. Fanta: um jogo cooperativo para completar frases do mundo da cultura pop, super rápido e divertido, e no final, todo mundo ganha um chapéu bucket da Fanta e um copo! Cada rodada é uma cor de bucket e os copos também são sortidos. Roku: A que mais valeu para mim! O dia inteiro eles tem uma competição de quiz, onde perguntam várias coisas sobre filmes e cultura pop, com parceria com vários streamings, tipo Mubi e Imovision. Os apresentadores são super animados e divertidos e, na minha vez, que a categoria era da Mubi, ganhamos a famigerada ecobag, que era meu sonho de consumo faz muito tempo! E dentro ainda tinha um pin da ecobag, uma fofura. Os brindes são super variados, já vi gente ganhando caneca, bucket, ecobag e muitas outras coisinhas. Nintendo: É só se cadastrar para pegar o QR Code para resgatar sua sacochila do Mário. Também tem várias estações para você jogar e um quiz de Zelda, valendo uma camiseta belíssima. Entre as Montanhas: A ativação do novo filme da Apple Tv+ é super rápida, e muito legal! É uma experiência imersiva de 1 minuto e meio, e no final você ganha uma super mega mini mochilinha que é minha nova paixão. E ainda fiz uma flash tattoo de graça no estande do Banco do Brasil, para agendar um horário, você precisa ter o cartão Ouro Card Visa (da pra mostrar uma foto dele). Mas chega bem cedinho porque os horários esgotam rápido! Foi um dia que rendeu, mesmo com filas longas, e conheci (de novo) um dos meus ídolos e tive uma experiência incrível, fui para o Palco Thunder ver conteúdos, e foi só o primeiro dia oficial de evento! Amanhã chego para contar os outros estandes que vou visitar (preciso ir na ativação de Ruptura urgente!)
Projeto A Sala na CCXP 2024

Notícias Projeto A Sala na CCXP 2024 A cobertura do Projeto A Sala na CCXP 2024 teve um início inesquecível, com um convite especial para explorar o estande da Globo, que se prepara para celebrar seus 100 anos em 2025. Com mais de 1.000 metros quadrados, o estande conta com diversas ativações interativas que encantam o público. Um dos destaques é a impressionante esfera de LED, posicionada no palco principal, que exibe projeções das imagens icônicas da emissora. Entre as atrações, os visitantes podem se divertir em atividades como a prova do líder do Big Brother Brasil e até participar de uma gravação de novela no espaço Vale Tudo. As produções Vermelho Sangue, Arcanjo Renegado e o setor Esportes também oferecem experiências interativas, com brindes exclusivos para quem participa das dinâmicas. O Projeto A Sala aproveitou cada momento dessa experiência única e recomenda a visita ao estande para quem for à CCXP nos próximos dias.
Projeto A Sala na Horror Expo 2024

Notícias Projeto A Sala na Horror Expo 2024 O Projeto A Sala marcou presença na Horror Expo 2024, maior evento de terror da América Latina, realizado nos dias 9 e 10 de novembro no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo (SP). A feira, totalmente voltada ao universo do terror, reuniu atrações de cinema, TV, séries, games e muito mais, atraindo fãs e profissionais do gênero. Entre as personalidades que marcaram presença, o evento contou com a participação de Dacre Stoker, sobrinho bisneto de Bram Stoker, autor do clássico Drácula, e Ross Marquand, o Aaron da série The Walking Dead. Esses nomes ajudaram a elevar ainda mais o prestígio da edição de 2024. https://projetoasala.com.br/wp-content/uploads/2024/12/horror-expo-‐-Feito-com-o-Clipchamp.mp4 Para quem perdeu a experiência, o evento contou com diversas atividades e conteúdos exclusivos. Mais detalhes sobre a Horror Expo 2024 podem ser encontrados no site oficial www.horrorexpo.com.br. Quem é fã do universo do terror também pode acompanhar o quadro “Minuta do Terror”, produzido pelo Projeto A Sala, no qual, toda sexta-feira, uma recomendação de filme do gênero é compartilhada com o público. Para mais detalhes, basta seguir o Instagram do projeto: @projetoasala.
Gaza, Meu Amor (2020)

Críticas “Gaza, Meu Amor”: Uma História de Amor e Esperança no Coração da Palestina Por Mari Brum Em meio ao cenário de conflito e violência que marca a Palestina, Gaza, Meu Amor surge como um sopro de leveza e afeto. Dirigido pelos irmãos Arab e Tarzan Nasser, o filme é uma crônica tocante sobre o amor e a vida cotidiana de uma população que, apesar das adversidades, segue buscando seus sonhos. A produção, que dá início à nossa série sobre O Cinema do Oriente Médio, apresenta uma história de amor delicada e divertida em Gaza, desafiando as expectativas sobre o que um romance pode ser em uma região marcada pela guerra. A trama segue Issa, um pescador que encontra, por acaso, uma antiga estátua de Apolo durante uma de suas pescarias. Ao invés de revelar o artefato, ele decide escondê-lo em sua casa. No entanto, o verdadeiro segredo de Issa é seu amor não correspondido pela costureira Siham. O que torna essa história ainda mais comovente é o fato de que seus protagonistas são pessoas mais velhas, um retrato raro de romance na terceira idade, especialmente em um contexto como o de Gaza, que muitas vezes é associado apenas à violência e ao sofrimento. Um dos maiores méritos do filme é justamente mostrar o cotidiano de pessoas comuns, que, apesar de viverem em um ambiente de constante tensão e medo, também compartilham afeições, esperanças e sonhos. Como destacou o próprio diretor Arab Nasser, Gaza, Meu Amor não busca embelezar ou distorcer a realidade de Gaza, mas sim retratá-la com honestidade, apresentando os desafios e as pequenas alegrias da vida sem pretensão de fazer um filme “mais bonito ou mais feio” do que a verdadeira situação. O filme, baseado em fatos reais, vai além de um simples romance; é uma história de resistência emocional. Em meio ao caos e à incerteza, a vida e o amor continuam a florescer, oferecendo uma mensagem de resiliência e humanidade. Gaza, Meu Amor se destaca por ser uma obra afetuosa e suave, que mostra que, apesar das dificuldades, a vida segue e, no coração da guerra, sempre há espaço para a esperança e o afeto. Ao apresentar um retrato honesto e sensível das relações humanas em Gaza, o filme é um lembrete de que, apesar da guerra, a vida persiste. Gaza, Meu Amor é uma celebração da vida e do amor, e uma prova de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, o espírito humano encontra maneiras de florescer. Orfeu Negro O Palhaço Um Filme de Cinema (2017) Cinema Paradiso Cinderela Baiana (1998) O Projeto A Sala afirma que todos os textos do site são de responsabilidade do próprio autor.